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Dieta mediterrânea: O segredo a longevidade

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Há décadas cientistas em todo o mundo investigam a efetividade de determinados alimentos na corrida contra o envelhecimento e a morte. Embora apenas um alimento não seja capaz de oferecer todas as substâncias que o corpo humano necessita para se manter saudável, uma combinação nutritiva pode promover uma vida mais proveitosa e longeva. E de acordo com o levantamento Seven Countries Study, existe uma combinação infalível para vencer os vilões do tempo: a conhecida dieta mediterrânea.

Segundo o estudo, que avaliou o desempenho de quase treze mil homens de meia-idade nos Estados Unidos, Japão, Itália, Grécia e Finlândia, os indivíduos adeptos da dieta mediterrânea com alto risco de doenças cardíacas demonstraram diminuição de 30% na incidência de ataques cardíacos e acidente vascular cerebral (AVC) em relação àqueles que apenas adotaram uma alimentação com baixo teor de gordura, mas que acabaram consumindo uma dieta ocidental típica. O levantamento revelou ainda que a dieta é capaz de prevenir doenças como o câncer, diabetes e Alzheimer.

Vertente ainda pouco explorada no cardápio ocidental, embora popular entre as celebridades, a dieta mediterrânea trabalha com o conceito de combinação e amplificação de componentes. Nela, os alimentos agem sinergicamente, ampliando os benefícios promovidos por cada substância. Cientistas da Israel’s Technion University, por exemplo, compararam os efeitos antioxidantes do extrato de tomate, alho, manjeiricão e azeite de oliva extra virgem. Quando combinados, o impacto de cada alimento foi mais potente do que se utilizado individualmente. Sem contar em quantas receitas saborosas a combinação dos elementos pode proporcionar, né?

 

Entenda a dieta mediterrânea

Como o nome sugere, a dieta mediterrânea é baseada nos hábitos alimentares dos povos das regiões banhadas pelo mar mediterrâneo: países do sul da Europa, norte da África e sudoeste da Ásia. O cardápio da região passou a ser levado em consideração como uma dieta após observarem que sua população apresentava peso sob controle e incidência muito baixa de doenças cardiovasculares, hipertensão e obesidade.

O padrão sugerido pela dieta não possui características semelhantes aos regimes que visam a perda de peso, é permitido inclusive o uso de quatro colheres de sopa de azeite virgem extra ou nozes todos os dias. Um dos principais pontos da dieta é saber selecionar as gorduras saudáveis para combinar com os demais no dia-a-dia.

O cardápio tem um consumo calórico de gorduras bem maior que o considerado normal em dietas de emagrecimento em países do Ocidente, mas em sua maioria, é uma gordura de altíssima qualidade, como a que vem dos peixes, proteínas vegetais (lentilha, grão de bico e feijão e soja) e do azeite, alimentos abundantes na região.

 

Regras básicas

- Consumir frutas, vegetais temperos e ervas em abundância

- Utilizar grãos integrais, leguminosas, nozes e sementes como componentes de suas receitas

- É permitida a ingestão de pequenas porções de carne e outros alimentos ricos em gordura saturada

- Amantes de vinho, fiquem tranquilos: seu consumo, de maneira moderada, é permitido

- É recomendável atividades físicas regulares


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