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Woody Allen encara a crise econômica americana em 'Blue Jasmine'

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Esqueça o hermético Upper East Side de Manhattan (pode alargar as fronteiras até Roma, Paris, Barcelona e Londres) onde dinheiro quase nunca é problema, os cenários bonitos e o romance à vista. Woody Allen vai despachar toda a sua antipatia e encarar a crise econômica americana iniciada em 2008 no longa Blue Jasmine, seu novo longa.

Allen, diante de uma América desigual, não se acovarda em mostrar a inabilidade de pobres e ricos se relacionarem. 

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Jasmine (interpretada por Cate Blanchett)  é uma mulher reduzida a um casaco Chanel, algumas malas da Louis Vuitto, um sotaque sofisticado e um punhado de antidepressivos intercalados por doses de uísque. A ex-ricaça novaiorquina perde tudo quando o marido é preso por fraudar investidores. Condenada à pobreza, terá de viver à espera da bondade de estranhos (a personagem é inspirada em Blanche Dubois de Um Bonde Chamado Desejo).

Mas se na tela, Blue Jasmine aponta certo estado de alerta, para tempos de opulência que agora não passam de flashbacks. Fora dela, o cenário é dos mais positivos. Apenas nos Estados Unidos, o filme já faturou US$ 10 milhões(aproximadamente R$ 24,5 milhões) e nesta sexta-feira, 23, vai ampliar das 229 salas de exibição para mais de 1.2000.

No Brasil, o longa tem estreia prevista para setembro.   


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