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Grazi Massafera em fase de readaptação à rotina

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Asaudade da filha, Sofia (10 meses), fez com que Grazi Massafera (30) se rendesse à tecnologia após o fim da licençamaternidade. Por causa das longas horas de gravações da novela das 6, Flor do Caribe, a atriz, que vive a protagonista Ester, tem acompanhado as gracinhas da menina, do casamento com o ator Cauã Reymond (32), pelo celular. “Quem está com Sofia me manda fotos dela comendo, ‘nanando’... É uma forma de estar sempre presente”, diz ela, trabalhando pela segunda vez com Jayme Monjardim (56), diretor que a lançou na TV na novela Páginas da Vida (2006). “É um momento especial em todos os aspectos. E sou fã dele”, ressaltou Grazi, em viagem à Guatemala pelo folhetim. Com 57kg em 1,73m — além dos 18kg da gravidez, ela perdeu mais 2kg —, ela julga que estar mais magra é consequência da correria do dia a dia. A estrela confessa que ainda está em processo de readaptação à rotina.“Não estou gostando de estar tão magra. Mas não tenho tempo para nada. Quando malho, ganho massa muscular, mas tem uns meses que não consigo me exercitar. Chego em casa e quero ficar com minha filha e meu marido. Preciso reaprender a ter um tempo para mim”, avaliou.

– O coração ainda fica apertado ao deixar Sofia em casa?

– Não sou diferente de nenhuma mãe que passa por esse momento doloroso. No início das gravações, conseguia levá-la comigo, mas, agora, essa vida dura do Projac está sendo um pouco mais tensa. Saio e volto para casa e ela está dormindo. Isso me dá um aperto forte no coração.  Tento minimizar a culpa pensando o quanto foi importante para mim ver a minha mãe, Cleusa, trabalhar.

– O que se lembra da época?

– Tenho alguns flashes de quando era bem pequenininha. Minha mãe me deixava na casa da minha tia. Ela me passava por cima do muro porque estava sempre atrasada. Fecho os olhos e me lembro da respiração dela subindo a ladeira para me deixar lá. Marcou muito para mim, como um símbolo de uma mulher batalhadora, forte. Foi bom. Quero crer que a minha ausência também terá pontos positivos. Sem contar que a Sofia já nasceu em um mundo mais dourado do que eu...

– Como é a Sofia?

– Desde que nasceu dorme bem. Converso com a minha mãe e, pelo o que ouço, acho que somos bem parecidas. Era quietinha, como ela. De um modo geral, minha filha é uma misturinha minha e do Cauã. Tem horas em que está brincando e faz umas feições que são as do pai. (risos)

– Além da babá, alguém mais a ajuda com ela?

– Na verdade, toda a família acaba me socorrendo. Outro dia, eu soube que iria ter duas semanas bem difíceis de gravação da novela. Liguei imediatamente para o meu pai, Gilmar. Era um SOS para ele vir lá de Paranaguá e ficar um pouquinho com a neta. Me sinto bem mais tranquila sabendo que Sofia está com algum parente perto dela.

– E o Cauã?

– Ele estava trabalhando, foi fazer a preparação de um filme, então, mais um motivo para ter feito esse pedido de socorro ao meu pai. Mas quando Cauã está em casa faz tudo, dá banho, troca fralda...

– Você fez 30 anos logo depois do nascimento de Sofia. Como está sendo essa fase?

– Sempre planejei tudo desde pequena. Já imaginava ser mãe aos 30. Antes disso, queria ter a minha independência financeira, o que também aconteceu. Não foi sorte, é mérito do trabalho mesmo. Além do mais, ter 30 anos é muito bacana, eu me sinto mais segura, apesar da insegurança que tenho em criar um ser humano. Não acho que essa idade seja um peso. Para mim já estava tudo tão encaminhado que esse momento foi de concretização da família.

– E o sonho de construir uma família grande continua?

– Claro! Quero ter pelo menos três filhos, copiando a minha mãe.

– E quando virá o próximo?

– O meu desejo seria engravidar já no ano que vem, mas não sei se vai acontecer, estou repensando um pouco por causa do ritmo de trabalho. Com duas crianças, tenho que estar mais próxima.

– Considera-se romântica como a sua personagem, Ester?

– Existem coisas da minha filosofia de vida que não quero deixar morrer, como o olhar inocente para a vida, o humor, o próprio romantismo, a feminilidade...

– Já viveu um amor de adolescência como o dela?

– Sim, quando estava com uns 14 anos. Nunca tinha dado um beijo na boca no menino, mas ouvia música, chorava, tinha dor de estômago.

– Nessa viagem, o que chamou mais a sua atenção?

– A cultura da Guatemala, a religião. Eu me surpreendi com as mulheres que carregam seus filhos em pedaços de pano amarrados às costas para ir trabalhar às 6 da manhã. Vivo um momento em que a maternidade, realmente, está me saltando aos olhos.

– Apesar de estar no início da novela, faz planos para depois?

– Penso em dar um tempo da TV e descansar. Só parei quando Sofia nasceu. Daqui a pouco o público fica enjoado da minha cara. 


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